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Ancionato

No meio do caminho havia um mendigo

É impressionante como é fácil ignorar as necessidades das pessoas, principalmente os mais necessitados, excluídos e rejeitados de nossa sociedade. Parece que nos tornamos imunes e até mesmo cegos frente ao mar de necessidades e sofrimento ao nosso redor. Esta cegueira tem nome e se chama omissão.

Somos fruto da cultura ocidental que valoriza muito as conquistas pessoais, o vencer na vida, o ter um bom emprego, estudar numa boa faculdade, etc., ou seja, ser um bem sucedido. Nada de errado com isso. O problema é que esse sentimento pode nos levar a achar que todos aqueles que não se enquadram neste perfil vencedor, são cidadãos de segunda categoria e que não merecem nosso respeito e atenção. O resultado é a exclusão social tão visível em nossos dias.

Devemos armar arvore de natal?

Deus muito Se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvores de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente.

Não há particular pecado em selecionar um fragrante pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore. A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai isto a Deus como vosso presente de Natal. Sejam vossas doações santificadas pela oração. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.