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O impacto da mãe na saúde emocional da criança tem reflexos durante a vida toda
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Ser mãe não é fácil. É “padecer no paraíso”. Quando alguma coisa dá errado, a frase é conhecida: “Culpa da mãe”. De fato, a mãe (ou alguém que desempenhe esse papel) é fundamental na formação emocional do filho não só na infância, mas também na vida futura.

Os cuidados recebidos por uma criança em seus primeiros anos de vida são vitais para sua saúde mental. Como isso acontece? É simples. A mãe que proporciona uma vivência calorosa para o filho, com disponibilidade emocional que seja percebida por ele e que resulte em satisfação e prazer para ambos, está num bom caminho. Se a criança não experimenta esse tipo de relação, sofre de “privação da mãe”, o que gera efeitos devastadores.

A ausência da mãe por motivo de trabalho, viagem ou doença deve ser suavizada por um cuidador em quem a criança confie. Mesmo parcial, a privação da mãe gera angústia, carência de amor, sentimento de vingança, culpa e depressão. Casos graves resultam em distúrbios nervosos, personalidade instável, incapacidade de formar vínculos e estabelecer relações na vida adulta.

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Você com certeza já ouviu falar nela: a Mulher Maravilha. Criada nos Estados Unidos com o nome de Wonder Woman, foi a primeira super-heroína das histórias em quadrinhos criadas pela DC Comics e apareceu pela primeira vez em All Star Comics, em 8 de dezembro de 1941. A partir daí virou filme e outras coisas mais. Os poderes da Mulher Maravilha, conforme descritos nos filmes e desenhos são impressionantes:

– Força física, invulnerabilidade, resistência corporal, capacidade de voo, agilidade, reflexos rápidos, velocidade, audição acima da média, empatia com animais, fator de cura, imunidade a lesões e controles mentais, imortalidade, capacidade de falar todos os idiomas, resistência ao fogo, mestre em combate corpo a corpo, habilidade com armas, pilotagem, entre outros poderes incríveis e sobre humanos. Pura fantasia. Um faz de conta sem fim.

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Mas tenho que confessar que já assisti! Eu era apenas uma “meninazinha” e gostava de acompanhar as histórias e as tramas que eu julgava muito bem elaboradas. Doce ilusão! Felizmente acordei a tempo.

Mas não pense que decidi escrever sobre esse assunto para ficar aqui falando sobre o que “eu” penso das novelas. Não vou fazer isso. Vou apenas mostrar pra você algumas declarações e pesquisas que apontam para algumas constatações muito importantes sobre o assunto. No fim, a conclusão será sua. Acompanhe comigo.

1) Uma pesquisa feita pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as novelas de uma grande emissora brasileira e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas. Publicada pela BBC.com, a pesquisa leva em conta os censos dos anos 70, 80 e 90 e o alcance da emissora em todo o país. Para os autores, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, “a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal dessa emissora se torna disponível”.

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