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Foto: Vratislav Darmek / Flickr

Recentemente publiquei no meu blog, o Bonita Adventista, a carta de desabafo de um rapaz cristão sobre a vestimenta feminina. O texto era o trecho do livro Worldliness: Resisting the Seduction of a Fallen World (Mundanismo: Resistindo à Sedução de um Mundo Caído), de C.J Mahoney. A sinceridade do jovem foi tão grande que chocou. Afinal, dificilmente alguém permite que seus sentimentos fiquem tão explícitos assim. A maioria dos comentários sobre o post foram incríveis. Fiquei feliz em ver quantas meninas e mulheres (que são meu público principal) perceberam que poderiam se distanciar mais da luxúria sexual falada pelo rapaz. Mas não pude ignorar os comentários que deturparam o desabafo dele ao relevar sua luta, tratando-o como alguém sexualmente doente. Para a maioria das mulheres, o desabafo pode ter parecido fora da realidade porque temos uma mentalidade geralmente diferente. Nossa percepção costuma ser bem distinta da masculina.

No dia 27 de agosto de 2016, milhares de pessoas em oito países sairão às ruas para promover projeto educativo
Campanha-reforca-debate-sobre-prejuizos-do-alcool-e-drogas

Brasília, DF… [ASN] Desde 2002, a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem promovido anualmente a campanha Quebrando o Silêncio, que busca discutir temas relacionados à violência doméstica e oferecer, por meio de materiais didáticos, fóruns, palestras e debates, caminhos que ajudem a restaurar famílias e indivíduos.

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Neste ano, a ênfase está centrada nos prejuízos que o álcool e as drogas trazem para a sociedade, sobretudo como impulsionadores para o descontrole, que, de acordo com o Relatório Global Sobre Homicídios publicado em 2013, tem levado, sobretudo os homens, a tornarem-se agressivos e violentos. Nesta dia 27 de agosto de 2016, milhares de adventistas sairão às ruas de oito países sul-americanos para distribuir materiais, como a revista específica sobre o tema – que traz orientações e saídas para o problema (acesse bit.ly/revistaqs2016 e veja a versão digital) -, e convites a respeito de datas e locais onde será possível acompanhar outras atividades.

A igreja não é boate

Antes de você ler este artigo, saiba que é bem-vindo à igreja com qualquer vestimenta. Algumas pessoas podem te olhar torto, mas Deus não faz isso. Porém, assim como planejamos o que vestir numa festa, apresentação de TCC, ocasião política, num encontro romântico e no trabalho, vale também ter uma atenção especial quanto às cerimônias religiosas. Quero também lembrar que a igreja promove a simplicidade e modéstia, que são princípios bíblicos, então as recomendações deste artigo não estão nada relacionadas à classe econômica de ninguém, mas servem como auxílio para qualquer indivíduo que tem interesse na conveniência, na elegância e no respeito. Você sabe que empresas podem exigir que seus funcionários vistam uniformes. Os parlamentares, por exemplo, devem usar terno e gravata. Em algumas repartições públicas, é proibida a entrada de pessoas com bermuda, chinelo ou roupa sem manga. Estas são regras de etiqueta, mas o bom senso vai além das normas. Por exemplo, você não costuma andar com roupa de banho no centro da cidade, nem com terno e gravata na praia. Então, como se portar na igreja?

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