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Conheça os riscos e os benefícios de complementar a alimentação com os produtos das farmácias
A utilização de suplementos de maneira inadequada pode ter efeitos adversos para a saúde e o bolso. Créditos da imagem: Fotolia (nikkytok)

A utilização de suplementos de maneira inadequada pode ter efeitos adversos para a saúde e o bolso. Créditos da imagem: Fotolia (nikkytok)

Uma das perguntas que mais frequentemente me fazem é se existe ou não benefício no uso de suplementos alimentares. Como a nutrição não é uma ciência exata (ainda que seja ensinada como se fosse), a resposta para essa pergunta não é simplesmente sim ou não. Para se tirar uma conclusão equilibrada, é necessário fazer uma análise dos fatos que envolvem a produção, a distribuição, a indicação, o consumo e os possíveis efeitos deles.

Os pontos principais que a indústria dos suplementos alega para justificar a necessidade de suplementação alimentar estão fundamentados em duas premissas:

A alimentação perfeita ainda está somente no futuro
Assim como no passado a busca pela fonte da juventude foi ilusória, a dieta perfeita também permanece inatingível no presente. Créditos da imagem: Fotolia

Assim como no passado a busca pela fonte da juventude foi ilusória, a dieta perfeita também permanece inatingível no presente. Créditos da imagem: Fotolia

A busca pela dieta perfeita tem atraído muitos reformadores da saúde contemporâneos da mesma forma que a mitológica fonte da juventude atraiu milhares de pessoas ao longo dos séculos. Entre os diferentes grupos que buscam a dieta perfeita estão os que defendem a dieta edênica como padrão dietético para nossos dias, alegando que a dieta originalmente dada a Adão e Eva é válida para nosso tempo. Porém, uma análise dessa proposta não resiste ao escrutínio teológico nem ao científico. Ela mostra sérias inconsistências nessas duas áreas, como pontuaremos.

Organização Mundial da Saúde fecha parceria com a Igreja Adventista na tentativa de reduzir as taxas de mortalidade infantil e materna
Annette Mwansa Nkowane, à esquerda, uma das participantes da reunião realizada em Bloemfontein, África do Sul, que deu início à parceria entre a OMS e a Igreja Adventista. Projeto terá duração de cinco anos e conta com uma verba de um milhão de dólares. Ao centro, Paul Ratsara, presidente da Divisão Sul-Africana Oceano Índico, e Patrícia Jones (à direita), diretora associada de Enfermagem do departamento de Saúde da sede mundial adventista. Créditos da imagem: Joanne Ratsara

Annette Mwansa Nkowane, à esquerda, uma das participantes da reunião realizada em Bloemfontein, África do Sul, que deu início à parceria entre a OMS e a Igreja Adventista. Projeto terá duração de cinco anos e conta com uma verba de um milhão de dólares. Ao centro, Paul Ratsara, presidente da Divisão Sul-Africana Oceano Índico, e Patrícia Jones (à direita), diretora associada de Enfermagem do departamento de Saúde da sede mundial adventista. Créditos da imagem: Joanne Ratsara

A Organização Mundial de Saúde e a Igreja Adventista do Sétimo Dia iniciaram uma parceria global sem precedentes destinada a reduzir as taxas de mortalidade infantil e materna. Esta é a primeira vez que a OMS, a agência de saúde pública das Nações Unidas, realiza parceria com uma organização religiosa em uma escala global, segundo disse a enfermeira Annette Mwansa Nkowane, que foi uma das principais proponentes do programa de formação de parteiras que deve ter duração de cinco anos.

A OMS procurou a Igreja Adventista a fim de propor a iniciativa depois de uma grande conferência sobre saúde organizada pela denominação na Suíça. A sede da OMS em Genebra identificou uma falta global de parteiras qualificadas como um fator que contribui para as mortes de mães e bebês. A agência de saúde pública da ONU acredita que a rede internacional de escolas e hospitais adventistas possam ajudar a reverter esse déficit.